O Dredfit é um treinador adaptativo com peso corporal para iPhone. Sem questionário inicial, sem equipamento, sem conta: ele começa leve e ajusta cada treino seguinte conforme o anterior realmente foi.
Outros apps fazem vinte perguntas e torcem para acertar. O Dredfit faz uma — depois do treino — e sabe.
O primeiro dia é leve de propósito: cada movimento começa em três séries de quatro, na base da própria escada. Já treina? Informe o número que você realmente fez: um número acima do plano vira o próximo plano como está, então voltar à sua carga leva umas duas sessões por variação, sem subida lenta. Uma variação não se pula assim: chega-se a ela pelo teste.
Seu progresso são dois fatos por movimento em vez de um número: em qual variação você está e qual é a dose — repetições na série, ou segundos numa isometria. Um passo é +1 repetição (ou +5 segundos) em UMA série: crescer custa uma série, não o treino inteiro. Nada é prescrito que você já não tenha feito. Quando a dose chega ao teto, a última série do exercício vira um teste: uma série da variação seguinte, quatro repetições ou quinze segundos. Se der conta, o próximo treino começa ali, com três séries de quatro; se não der, nada se move e o teste volta na próxima vez. Na variação mais alta passam a crescer as séries, de três a cinco.
Difícil, como planejado ou fácil: um toque e o próximo treino se ajusta. Quer precisão? Informe o número que você fez: para aquele movimento, um fato pesa mais que a avaliação. “Fácil” é a única resposta que promete mais que o plano, então só aparece quando o plano foi feito por inteiro; a honestidade para baixo nunca é barrada. E se um movimento ficar abaixo do plano três vezes seguidas, ele sozinho recua três passos e recomeça. Progresso sem esgotamento.
Um exercício de isometria é comprado com um único toque, e você não precisa pegar o celular de novo até o exercício acabar.
Três séries de uma prancha costumavam custar quatro toques, e três deles eram dados entre as séries, por alguém deitado no chão. “Começar o exercício” compra o movimento inteiro: o descanso termina sozinho, a próxima série se conta sozinha, e o som marca a entrada e a saída de cada série. Antes do toque, a tela diz o que está sendo comprado — quantas séries, e quanto dura o descanso entre elas.
“Ajustar o tempo” diz por quanto tempo cada série desse exercício roda: um alvo pedido antes do esforço, não um relatório cobrado depois dele. “Parar” termina uma série antes da hora e nomeia o número que está prestes a registrar — “Parar · 60 s” registra o que foi realmente sustentado, e as séries seguintes seguem o que você mostrou.
É: sem assinatura, sem compras no app, sem anúncios nem funções bloqueadas. O app que você baixa é o app inteiro, e é open source: dá para conferir.
Sempre. O Dredfit não faz chamadas de rede — não há servidores. O plano, os timers e todo o seu histórico ficam no seu iPhone.
Não. Uma cadeira, uma mesa, uma parede, uma toalha e um degrau cobrem 52 dos 59 exercícios. Só as sete variações de puxada vertical precisam de uma barra fixa, e elas ficam desativadas até você ativá-las.
Não precisa se cadastrar em nada, e nada é coletado: sem conta, sem analytics, sem SDKs de terceiros. Seu histórico de treino não sai do seu aparelho, a menos que você o exporte por conta própria.
Não há o que desculpar. Depois de uma semana de pausa, cada movimento desce em silêncio um passo; depois de duas semanas, o plano propõe te encontrar alguns passos abaixo — quanto mais longa a pausa, mais abaixo — e ele se recupera rápido, porque segue o que você mostra.
Depende de um número honesto. O treino com que o app te recebe são três séries de quatro na variação mais suave de seis movimentos — flexões com joelhos apoiados, agachamentos, ponte de glúteos e afins —, uns 32 minutos com aquecimento e desaquecimento, e uns 24 mesmo pulando séries até o piso. Esse é o ponto de partida, não o mínimo que ele pode pedir: responda “Difícil” e o app desce — uma variação mais leve, ou uma série a menos, até duas séries de quatro, que é o piso em que esses 24 minutos são medidos. Então a pergunta é só sobre a primeira sessão. Se três séries de quatro estão mais ou menos ao seu alcance hoje, o app te encontra aí e tira o resto das suas respostas. Se não estão, esta é a ferramenta errada: melhor começar caminhando e voltar depois.
O app diz isso antes de você começar, e o número é a aritmética dele, não uma promessa. O primeiro treino leva uns 32 minutos, com aquecimento e desaquecimento. Os seguintes crescem com você, e crescem uma série de cada vez — não há saltos. Antes de começar, “Hoje” mostra uma faixa: o treino completo e o mais curto que ele pode ficar; as decisões acontecem dentro dele, onde pular uma série ou as séries que restam de um movimento faz o tempo que falta cair junto. Uns 24 minutos é o treino mais curto que o app consegue montar. Se o que você tem são vinte minutos, este app não é para você — e preferimos dizer isso aqui.
Sem analytics, sem anúncios, sem SDKs de terceiros, sem nenhuma chamada de rede. O Dredfit não tem servidores e nunca transmite seu histórico de treino: ele fica no seu aparelho e jamais chega até nós. Não é uma promessa, é a arquitetura.
Ele só sai do seu telefone quando você decide: um backup JSON que só você exporta e compartilha, um cartão de marco que você escolhe compartilhar, treinos que você autoriza gravar no Apple Health, ou o backup padrão do iOS. A política de privacidade descreve os quatro caminhos.
Uns 32 minutos, sem equipamento, sem perguntas.
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